# Preta, Nerd & Burning Hell ## Posts - [Acadêmicas do Horror Negro: Raça e Gênero nas narrativas de zumbis](https://pretaenerd.com.br/2025/09/academicas-do-horror-negro-raca-e-genero-nas-narrativas-de-zumbis/): O presente texto é a tradução do texto Horror Blackademics: Race & Gender in the Zombie Narrative, em Graveyard Shifit Sisters. O texto é a sistematização de um artigo da Dra. Kinitra Brooks (2014), cujo título em português, seria: "A importância das intersecções negligenciadas: raça e gênero em narrativas e teorias contemporâneas sobre zumbis". Tradução para o português por Tainá Elis e revisão por Anne Quiangala Palavras-chave: olhar opositivo – uma forma ativa de observar a mídia, particularmente como alguém que é uma mulher Negra e, analisá-la de forma que desafie as simplicidades dualistas que, geralmente, apoiam a mulheridade branca para o prazer masculino - [Manual de boas práticas acadêmicas dissidentes](https://pretaenerd.com.br/2025/08/manual-de-boas-praticas-academicas-dissidentes/): Um manual de boas práticas acadêmicas dissidentes serve para o Simpósio, a Universidade e, claro, para viver na internet. Por sso, elaboramos a nossa versão! A importância de um manual de boas práticas na perspectiva dissidente Etiqueta acadêmica é um conjunto de “leis não escritas” que regem a convivência no ambiente de ensino. Isso inclui uma série de elementos verbais e não verbais, desde a forma adequada de iniciar uma pergunta, até o tipo de vestimenta que expresse uma sofisticação e estilo específicos. Na verdade, o próprio sentido de “etiqueta” já informa que estamos, em geral, lidando com um contexto - [Como foi a oficina "Escreva como uma Super-Heroína"?](https://pretaenerd.com.br/2025/08/como-foi-a-oficina/): Panorama da oficina Nesse sábado, 16 de agosto de 2025, demos início à segunda etapa do II Simpósio Pretaenerd Academy, com a oficina de escrita acadêmica “Escreva como uma Super-Heroína”, conduzida por Ellen Alves. A oficineira é doutoranda e mestra pelo PPGCOM da Uerj, além de Bolsista Capes Doutorado, membra do “POPMID: Reflexões sobre Gêneros e Tendências em Produções Midiáticas” e do “LABIM: Laboratório de Estudos do Imaginário”. Já que Ellen realiza pesquisas sobre representatividade e tem publicações em revistas relevantes em sua área de atuação (cinema), o conhecimento compartilhado na oficina contribuiu bastante para a formação acadêmica da comunidade - [Resultado: comunicadores para as mesas do II Simpósio Pretaenerd Academy](https://pretaenerd.com.br/2025/08/resultado-comunicadores-para-as-mesas-do-ii-simposio-pretaenerd-academy/): Respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), Lei nº 13.709/2018, que estabelece regras para a coleta, tratamento, armazenamento e compartilhamento de dados pessoais, divulgamos a lista de trabalhos submetidos ao II Simpósio Pretaenerd Academy, sem divulgar nomes de candidatos e a distribuição dos pontos. Entretanto, cada participante, receberá por e-mail em tempo oportuno, as informações mais detalhadas contendo o barema e os detalhes relacionados à distribuição de pontos, vagas e critérios de desempate, aplicados conforme o edital. Dito isso, nós (do Comitê Científico e da Organização do II Simpósio Pretaenerd Academy) gostaríamos de agradecer pelo empenho de cada - [Resultado: oficinas do II Simpósio Pretaenerd Academy](https://pretaenerd.com.br/2025/08/resultado-oficinas-do-ii-simposio-pretaenerd-academy/): Sabemos que você veio aqui em busca do resultado da seleção de oficinas do II Simpósio Pretaenerd Academy e isso é ótimo! Mas, antes de prosseguir com “o resultado em si”, gostaríamos de conversar sobre seleção, se por à prova e sentimentos de rejeição, porque esse não é um evento qualquer! Esse evento é uma celebração da comunidade Preta, Nerd & Burning Hell! A única forma de controlar o resultado de uma seleção é evitando se inscrever, portanto, vencer o medo de “julgamento”, de “críticas” e de “rejeição” é um passo muito importante! Então, se você submeteu a sua ideia - [NEUROQUEER: UMA INTRODUÇÃO](https://pretaenerd.com.br/2025/07/neuroqueer-uma-introducao/): Neuroqueer: uma introdução por Nick Walker Traduzido por Tainá Elis e revisado por Anne Quiangala Escrevi e publiquei esse texto, originalmente, na primavera de 2015. Essa é uma versão levemente atualizada. Quanto à versão definitiva e acadêmica desse ensaio, que vem acompanhada de comentários adicionais, pode ser encontrada em meu livro Neuroqueer Heresies (link de afiliada Amazon). Se você é uma pessoa acadêmica em busca de uma referência definitiva sobre Teoria Neuroqueer e o significado do termo neuroqueer, considere que esta é apenas uma versão rápida de acessível para leigos. Uma explicação definitiva para a Teoria Neuroqueer está no meu artigo - [Como perder o medo de escrever uma proposta para o GT do Simpósio? (passo a passo)](https://pretaenerd.com.br/2025/07/como-perder-o-medo-de-escrever-uma-proposta-para-o-gt-do-simposio-passo-a-passo/): Seu medo de escrever não é gratuito De onde vem o medo de submeter o seu trabalho acadêmico? Algumas pessoas comentaram que o edital dificultou para quem não tem o hábito de ler editais, para quem trabalha muitas horas e para neurodivergentes. Por isso, recomendamos às pessoas neurodivergentes consider usar leitores de tela, ler e anotar um pouco a cada dia, para não gerar sobrecarga. Apesar disso, nós sabemos que escrever texto acadêmico não é uma tarefa simples. Outra questão recorrente é a dificuldade em organizar a proposta e o medo de submeter o trabalho para o Simpósio. Com toda - [FAQ: Perguntas frequentes sobre o II Simpósio Pretaenerd Academy!](https://pretaenerd.com.br/2025/07/perguntas-sobre-o-ii-simposio-pretaenerd/): O II Simpósio Pretaenerd Academy é um evento nerd com contorno acadêmico. Por esse motivo, respondemos às principais dúvidas sobre o evento. - [Inscrições para II Simpósio Pretaenerd Academy estão abertas!](https://pretaenerd.com.br/2025/07/inscricoes-para-o-ii-simposio-pretaenerd-academy/): O evento on-line da comunidade “Preta, Nerd & Burning Hell” promove diálogos sobre a cultura pop e convoca propostas para compor a programação dos 4 dias de evento.  Entre os dias 14 de julho e 1° de agosto de 2025, a organização do II Simpósio Pretaenerd Academy vai receber propostas de pessoas que desejem conduzir oficinas acadêmicas e participar das mesas de discussão que compõem a programação do evento on-line. O simpósio ocorrerá nos dias 16 de agosto, 13, 20 e 27 de setembro de 2025, com acesso gratuito do público e classificação indicativa livre. Haverá a transmissão simultânea das - [Edital: II Simpósio Pretaenerd Academy](https://pretaenerd.com.br/2025/07/edital-ii-simposio-pretaenerd-academy/): O presente edital tem como objetivo tornar pública as normas da seleção de pessoas para conduzirem oficinas acadêmicas e para apresentarem trabalhos em mesas de discussão (grupos de trabalho, GTs) no II SIMPÓSIO PRETAENERD ACADEMY: CULTURA POP E DISSIDÊNCIAS. - [Interlúdio | The Acolyte focar numa vilã Negra é o (real) problema?](https://pretaenerd.com.br/2024/06/interludio-the-acolyte-focar-numa-vila-negra-e-o-real-problema/): “aos poucos, o mainstream nos lança de forma arbitrária a uma Era supostamente pós– racial. Star Wars, como um produto multigeracional que se renova, a fim de abarcar uma quantidade cada vez maior de consumidores, é um dos vetores mais importantes para a consolidação dessa crença que não vê nem cor nem gênero. Por que você chorou assistindo Rogue One?”     Por Anne Quiangala    Não é novidade para ninguém, que a consolidação da popularidade de Star Wars reside no investimento em uma mensagem ambivalente o bastante para que fãs cujas leituras de mundo são opostas (no mundo “real”) possam se relacionar - [Análise | The Acolyte - Temporada 1, Episódio 1: Perdido/Encontrado](https://pretaenerd.com.br/2024/06/analise-the-acolyte-temporada-1-episodio-1-perdido-encontrado/):  “O mainstream jamais nos encorajará a ampliar as nossas discussões sobre como podemos advogar por uma cidadania inalienável a partir da solidariedade antirracista, antiespecista, multiculturalista radical e anticapitalista em que caiba gênero e anticapacitismo. Muito menos uma franquia sobre meritocracia espiritual que prevalece num futuro bem distante”     Por Anne Quiangala     *essa análise tem spoilers*     O CONTEXTO DE ACOLYTE  A série The Acolyte (2024) se passa cem anos antes da ascensão do Império, e, sendo assim, explora um território ainda pouco desenvolvido no universo de Star Wars (a Alta República), o que a torna uma excelente entrada para - [The Acolyte (2024) | Primeiras ideias antes de propor uma análise](https://pretaenerd.com.br/2024/06/the-acolyte-2024-primeiras-ideias-antes-de-propor-uma-analise/): A atuação de Amandla Stenberg, de cara, está sensacional   Longe de mim querer espaço na mesa da opressão, mas não vou fingir que me sentir parte de Star Wars, finalmente, não me engajou um pouquinho”   Por Anne Quiangala Embora a minha orientação política me direcione a uma teoria-prática comprometida com o coletivo, também pertenço a essa cultura literária que tem como auge formal o gênero romance e toda a sua respectiva parafernália: jornada do herói, vilões e belicismo. Há algum tempo, entendi que a jornada do herói tradicional, de um Anakin ou Luke não me interessava mesmo, e - [ENTREVISTA| Tiffany Ford, Ben Levin e Matt Burnett de "O Pequeno Grande Mundo de Jessica"](https://pretaenerd.com.br/2024/03/entrevista-tiffany-ford-ben-levin-e-matt-burnett-de-o-pequeno-grande-mundo-de-jessica/): O Pequeno Grande Mundo de Jessica Por Anne Quiangala Na última quinta-feira (29/02/2024), tive a oportunidade de entrevistar os criadores e produtores da série televisiva O Pequeno Grande Mundo de Jéssica (Cartoon Network/Max), composta por Tiffany Ford (showrunner, produtora executiva e cocriadora), Ben Levin (produtor executivo e cocriador) e Matt Burnett (produtor executivo e cocriador). Falamos sobre a mensagem amável que a animação transmite para o seu público-alvo (a audiência pré-escolar), o processo criativo e a importância de imagens encorajadoras (e também mágicas) no contidiano de crianças menores. A animação é um spinoff do programa O Mundo de Greg, protagonizado pelo irmão - [3 razões para você jogar Tekken 8 já!](https://pretaenerd.com.br/2024/02/3-razoes-para-voce-jogar-tekken-8-ja/): O conflito de família segue firme e forte! por Anne Quiangala Tekken é uma longeva franquia de jogos de luta da Bandai Namco, que boa parte de nós acompanha desde os anos noventa. Os personagens tem visuais marcantes, além de estilos de luta que tornam as batalhas mais interessantes (até absurdas, no melhor sentido da palavra!) e agressivas. Em seu mais recente título, lançado em 26 de janeiro de 2024, Tekken 8 entrega um modo história dinâmico, com gráficos impressionantes. Se você nunca jogou nenhum dos títulos ou não se lembra bem os conflitos da família Mishima, não tem problema: - [REVIEW| Capitã Marvel: Mais alto, mais longe, mais rápido de Liza Palmer](https://pretaenerd.com.br/2023/11/review-capita-marvel-mais-alto-mais-longe-mais-rapido-de-liza-palmer/): Título: Capitã Marvel: Mais alto, mais longe, mais rápido Autora: Liza Palmer* Editora: Excelsior Tradução: Guilherme Kroll Páginas: 208 Formato: capa dura com luva Ano: 2021 “Aconteça o que acontecer,  lembre-se sempre de quem vocês são.  Não do que eles dizem que vocês são” (PALMER, 2021, p. 177) MAIS ALTO: DENVERS NOUTRAS MÍDIAS Assistindo ao filme Capitã Marvel você se perguntou sobre como a amizade entre Danvers e Rambeu frutificou? Aquela passagem de tempo acelerada que mostra o quão árduo foi o treinamento militar, mesmo a sequência em que as duas amigas fazem sinal, e tomam seus lugares nas aeronaves, nos - [Marvel | Quem é... America Chavez? #InfinityComic](https://pretaenerd.com.br/2023/06/marvel-quem-e-america-chavez-infinitycomic/): A capa da edição mostra a versão mais cartunesca de America Chavez, aproximando a adolescente de um público mais amplo (Detalhe da capa) “Regra número um da viagem ao multiverso: você não sabe de nada.” (America Chavez em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura) por Anne Quiangala America Chavez é uma jovem super-heroína do Multiverso criada pelo escritor Joe Casey e pelo desenhista Nick Dragotta, que apareceu pela primeira vez em 2011 na minissérie Vengeance #1 (publicada, no Brasil, em volume único sob o título de Vingança). O que torna essa história interessante é a introdução da figura de Chavez, já que - [4 Motivos pra assistir Harlem agora!](https://pretaenerd.com.br/2023/06/4-motivos-pra-assistir-harlem-agora/): As protagonistas de Harlem, da esquerda pra direita: Quinn, Tye, Camille e Angie Por Anne Quiangala Harlem é uma série de comédia, original da Amazon Prime, lançada em 2021. No formato que consagrou Sex and the City, Harlem foca a experiência e desafios cotidianos de quatro mulheres negras que são uma rede de suporte emocional, diversão e pertencimento. Embora essa rede de amor seja o substrato de todos os episódios, bem como o humor otimista, é fato que os temas difíceis são bem discutidos. Tal como o modelo, Harlem peca bastante no modo caricatural de representação de experiências de mulheridades - [[Burning Bujo #4] Montando a semana no Bullet Journal (passo a passo)](https://pretaenerd.com.br/2023/06/burning-bujo-4-montando-a-semana-no-bullet-journal-passo-a-passo/): Por Anne Quiangala O Bullet Journal (também conhecido como diário em tópicos) é um sistema de organização modular que permite centralizar todos os registros, projetos e tarefas no mesmo caderno. Para o criador desse método, Ryder Carroll, usar uma ferramenta digital de organização é tanto uma forma de encontrar tempo pra si, como um tipo de ritual que nos tira da frente das telas e nos desacelera. O modo como se estrutura e organiza o #BuJo é bastante pessoal, e está ligado ao seu gosto estético (embora a sugestão seja a de manter o minimalismo), interesses e estilo de vida. - [Lendo Guerra Civil no Dia do orgulho nerd](https://pretaenerd.com.br/2023/05/lendo-guerra-civil-no-dia-do-orgulho-nerd/): Por Anne Quiangala  Ser nerd e o senso de comunidade Geralmente quando se fala sobre orgulho nerd ou sobre s identidade nerd em si, as abordagens tendem a ser consumistas, excludentes e sobre o acúmulo de plástico, resina ou papel em forma divertida, ou mesmo acúmulo de qualquer coisa que, muitas vezes, não tem o sentido para além da demonstração de poder. Além disso muita gente (ainda) pensa a identidade nerd a partir de parâmetros individualistas, em que você precisa saber tudo sobre alguma coisa para construir sua identidade a partir do da lacuna entre o que você sabe, e - [Como ler textos acadêmicos?](https://pretaenerd.com.br/2023/05/como-ler-textos-academicos/): Crédito: Tima Miroshnichenko Por Anne Quiangala   Quando ingressamos num curso superior, é bastante comum notarmos que nossos métodos de estudos funcionavam melhor em no contexto escolar com o objetivo de gerenciar diversas disciplinas e passar no vestibular. Naquele contexto, não éramos avaliadas pela autonomia de pensamento, mas sobre a capacidade de retenção de informações e repetição de procedimentos. Entretanto, na universidade, precisamos lidar com textos complexos e obras inteiras que podem ser bastante desafiadoras (informações externas, vocabulário, sintaxe, conjunto de referências e diálogos com outros autores e obras), e com as quais precisamos dialogar e questionar. Assim, somos confrontadas tanto - [🏆ESSA SEMANA NO PRETAENERD](https://pretaenerd.com.br/2023/05/%f0%9f%8f%86essa-semana-no-pretaenerd/): Por Anne Quiangala Como foi a sua semana? Essa semana, embora tenha reservado bastante tempo para a leitura acadêmica, recebi da Editora Panini lançamentos da Marvel que me animaram bastante, mas também comecei a reassistir séries de conforto como recompensa para as tarefas cumpridas! Vamos à lista: ESSA SEMANA NO PRETAENERD Quarta: Postei no blog um guia para começar a ler quadrinhos da Marvel no Blog e Instagram Sexta: Estude comigo é a live de estudos, foco e concentração em que reservamos um tempo para trabalhar e outro para conversar! HQ: Marvel-Verse: Menina da Lua e o Dinossauro Demônio Se você está - [Guia: Como começar a ler quadrinhos da Marvel no Brasil](https://pretaenerd.com.br/2023/05/guia-como-comecar-a-ler-quadrinhos-da-marvel-no-brasil/): Por Anne Quiangala À medida que o Universo Cinematográfico da Marvel se tornou parte da vida de quase todo mundo, os quadrinhos se tornaram itens que geram mais curiosidade. Entretanto, o fato da Casa das Ideias ter mais de oitenta anos torna desafiador ingressar nessa longa história de personagens, equipes criativas, fases e, claro, o contexto histórico. Por essa razão, elaborei esse pequeno guia pra você que quer ingressar no mundo dos quadrinhos de super-heróis mais legais da Terra! Passo 1: Qual o quadrinho mais próximo de você? Antes de tudo, é importante saber se você já tem quadrinhos em - [7 Livros sobre autismo para pessoas adultas diagnosticadas tardiamente](https://pretaenerd.com.br/2023/05/7-livros-sobre-autismo-para-pessoas-adultas-diagnosticadas-tardiamente/): A experiência de solidão vivenciada por pessoas autistas com marcadores sociais de diferença como raça, gênero, orientação sexual, deficiência física e classe é frequentemente interpretada como resultado das opressões específicas, o que afasta qualquer pessoa que não seja homem-cis branco de uma hipótese de autismo.  por Anne Quiangala Atualmente, as discussões sobre neurodivergência – um conjunto de variações neurológicas atípicas – têm assumido uma centralidade interessante nas redes sociais a ponto de possibilitar um alto grau de conscientização. Já o termo neurodiversidade, cunhado pela socióloga Judy Singer em 1998, é uma excelente maneira de contextualizar o fato de que, sim, cérebros - [🏆ESSA SEMANA NO PRETAENERD](https://pretaenerd.com.br/2023/03/%f0%9f%8f%86essa-semana-no-pretaenerd-2/):   por Anne Quiangala Agora que começamos o ano, podemos perguntar com gosto: como foi a sua semana? Pra mim, a semana foi mais focada em descanso e reflexões, mas fiz o ranking do que foi bacana consumir, indicando só o que foi muito bom! Vamos lá: ESSA SEMANA NO PRETAENERD Segunda: vídeo curto sobre canetas para páginas matinais Terça: #PretaRead, é a leitura ao vivo, em voz alta, que permite a construção de repertório comum à comunidade, além de análise conjunta. Nesta semana, lemos e discutimos o Capítulo 5 de Anseios, de Bell Hooks. Quarta: Live na Twitch jogando - [Onde Anne Quiangala escreve:](https://pretaenerd.com.br/2023/03/onde-anne-quiangala-escreve/): Por Anne Quiangala O portal Catapult tem uma coluna interessante chamada “Where we write” [Onde nós escrevemos] na seção [Don’t write alone] “Não escreva só”. Compartilho contigo, meu experimento a partir desse formato! De onde viemos? A pandemia mudou todo mundo em termos práticos. Antes, nossos rituais matinais poderiam ser cronometrados, desde o soar do despertador, tomar banho enquanto o café era preparado, a torcida para o ônibus não atrasar, não quebrar, não desistir de passar. Além disso, verificar as chaves, desligar a cafeteira (já pensou, ter que voltar porque a chave está na porta?) e torcer para ter lembrado - [🏆ESSA SEMANA NO PRETAENERD](https://pretaenerd.com.br/2023/02/%f0%9f%8f%86essa-semana-no-pretaenerd-3/):   Por Anne Quiangala Como foi a sua semana? Aqui no Pretaenerd o feriadão de CARNAVAL reduziu um pouco o ritmo da produção, mas nesse mês temos feito conversas profundas e divertidas nas lives de #PretaRead, JogaeFala e de Estude Comigo na Twitch. Aliás, se você ainda não conhece a plataforma, super recomendo conhecer, porque é rica de conteúdos sobre política, RPG, leitura e, claro, jogos eletrônicos. Bom, se você não conseguiu acompanhar o conteúdo da semana, vou dar uma recaptulada antes de listar o que li, assisti e ouvi essa semana! ESSA SEMANA NO PRETAENERD Segunda: vídeo curto analisando a abordagem do - [Escrita | O que são Páginas Matinais?](https://pretaenerd.com.br/2023/02/escrita-o-que-sao-paginas-matinais/): Quando a gente se permite criar livremente as ideias vem com mais facilidade. Muita coisa nem precisa sair do caderno, mas só de sair da cabeça já desbloqueia outras ideias! Por Anne Quiangala Páginas matinais fazem parte das ferramentas básicas propostas por Julia Cameron como meio para desbloquear a criatividade em seu best seller O Caminho do Artista, publicado no Brasil pela editora Sextante. Segundo a autora, são duas as ferramentas usadas em seu método de doze semanas (as páginas matinais e o encontro com o artista), mas, por hora, focaremos nas páginas matinais. Páginas Matinais são três páginas escritas à mão, diariamente, - [🏆 Essa semana no Pretaenerd!](https://pretaenerd.com.br/2023/02/%f0%9f%8f%86-essa-semana-no-pretaenerd/):   Por Anne Quiangala Como foi a sua semana? Aqui no Pretaenerd a semana foi dinâmica, com diversão e estudos! Fiz um ranking do que consumi e me fez pensar, me divertiu e conectou essa! A lista inclui cultura pop mainstream e independente!. Vamos à lista! Música: “Daemoncracy” (PoisonGod) A banda capixaba PoisonGod lançou em 2007 seu álbum Daemoncracy, com letras provocativas que falam sobre a mistificação do mundo capitalista, em que as mazelas, a violência e a perversidade são democratizadas em vez de educação, saúde e a real democracia. Assim, a faixa-título nos convida a pensar sobre o dinheiro, a - [Quadrinhos| DOPE #1 (2022)](https://pretaenerd.com.br/2023/02/quadrinhos-dope-1-2022/):   Detalhe da capa (Dope #1) Se uma mulher negra te contasse a história de sua vida, qual tipo de história você estaria pronta pra ouvir?   Por Anne Quiangala Dedicado a todos os sobreviventes, o quadrinho Dope #1 (2022) de Edson Bortolotte, conta a história de uma professora de sociologia, que se viu desempregada durante a pandemia de Covid-19, e tentou se manter viva em um mundo que a destrói reiteradamente. Até que se tornou uma assassina. Logo de início, a protagonista aparece com o olho inchado, curativo e arranhões, desprotegida, como se tivesse levado uma surra. Embora, nessa - [NVIDIA lança notebooks com novas GPUs GeForce RTX Série 40](https://pretaenerd.com.br/2023/01/nvidia-lanca-notebooks-com-novas-gpus-geforce-rtx-serie-40/): Os notebooks mais rápidos do mundo (equipados com GPUs de notebook GEFORCE RTX 4080 e 4090, 3x mais eficientes que os da geração anterior) e também mais finos e leves. A NVIDIA anunciou durante sua apresentação da CES 2023, os novos notebooks GeForce RTX™ Série 40, equipados com sua arquitetura de GPU ultra eficiente NVIDIA Ada Lovelace, que oferece o maior salto geracional da empresa em desempenho e eficiência energética, além das novas GPUs GeForce RTX Série 40 estarem presentes em diversos modelos de diversas fabricantes. Com o poder do Ada e da 5ª geração da Max-Q Technologies, o desempenho - [Artistas Pretos #CCXP22 (parte 1 de 5)](https://pretaenerd.com.br/2022/12/artistas-pretos-ccxp22-parte-1-de-5/): Arte: Edson Bortolotte (@edbortolotte)  Por Anne Quiangala e Thiago Carneiro Assim como o Preta, Nerd & Burning Hell foi idealizado por Anne Quiangala como um espaço de discussão sobre cultura pop, gamer e nerd com uma perspectiva crítica, o Afronerd é um conceito desenvolvido por Thiago Carneiro, após a percepção da pouca representatividade negra no meio nerd. A invisibilização de cerca dois terços da população brasileira não ocorre apenas na esfera da produção de conteúdo digital, ou na crítica especializada, mas é particularmente perceptível no universo das artes visuais e nas áreas de criação, dentre as quais, destacamos os quadrinhos. Embora a maioria da - [5 obras que me ajudaram na minha jornada autista](https://pretaenerd.com.br/2022/09/5-obras-que-me-ajudaram-na-minha-jornada-autista/):   Por Anne Quiangala Além de ser uma Preta e Nerd de 32 anos, o diagnóstico “tardio” de transtorno do espectro autista (TEA) fez com que me sentisse deslocada, questionando as minhas dificuldades, com uma sensação de ser uma impostora tomando o lugar de “alguém que realmente precisa”, já que “cheguei até aqui” (seja lá o que for “aqui”) sem o suporte necessário (o que é uma longa história a parte). Apesar de tudo isso ser absurdo, o “REALMENTE” é um termo chave pra revelar a força do capacitismo internalizado, o profundo desconhecimento da minha própria condição e, o pior - [Ser Marvete está nos pequenos detalhes!](https://pretaenerd.com.br/2022/08/ser-marvete-esta-nos-pequenos-detalhes/): Capitã Marvel Carol Danvers por Anne Quiangala Há algumas décadas, a identidade nerd para pessoas negras era questionada desde um nível elementar – apontavam a contradição de não existir a imagem na cultura pop – e isso caminhava para uma desvalidação da paixão e do conhecimento sobre o tema em quase todo espaço social. Por essa razão, um processo de apagamento dos meus interesses foi se consolidando, a ponto de neutralizar toda e qualquer evidência de que, sim, eu escutava heavy metal, sim, eu era obcecada por filmes de horror e SIM, eu era apaixonada por quadrinhos. Quadrinhos de super-heróis - [Você pode tornar possível: Crônicas de Mirabelem: O Clã](https://pretaenerd.com.br/2022/08/voce-pode-tornar-possivel-cronicas-de-mirabelem-o-cla/): Qualquer vampira em Mirabelem sabe que, por trás de cada rosa, há um espinho banhado em sangue.  Crônicas de Mirabelem: O Clã é um quadrinho que entra em financiamento coletivo pelo Catarse no dia 09.08.22, com lançamento previsto para a CCXP 22. Sinopse Crônicas de Mirabelem é uma série de HQs de fantasia urbana que vai expandir o universo de uma visual novel dating sim em produção, chamada Mirabelem. Todas as histórias se passam na metrópole fictícia Mirabelem. O primeiro a ser lançado é Crônicas de Mirabelem: O Clã. A história se passa na década de 80 e segue Laila, - [Star Wars, entre a queda do Império e Perspectivas de Descolonização](https://pretaenerd.com.br/2022/06/star-wars-entre-a-queda-do-imperio-e-perspectivas-de-descolonizacao/): por Tainá Elis* Esse texto foi a primeira leitura que fiz sobre a cultura pop utilizando a #nerdiandade e deu origem à oficina sobre Império e Imperialismo em Star Wars que tive a oportunidade de ministrar ano passado. Muita coisa se passou, e o texto foi atualizado depois de todas as maratonas e discussões dos filmes saga no #PretaWatch e do meu mergulho no Universo Expandido. A obra de Star Wars está relacionada com diversas partes que me compõem: meus afetos, minhas memórias, discussões e teorias acaloradas com minha irmã Thaís e meu pai, na seção de comentários do canal - [As conexões entre passado, presente e futuro em Kindred e A parábola do semeador, de Octavia E. Butler](https://pretaenerd.com.br/2022/05/as-conexoes-entre-passado-presente-e-futuro-em-kindred-e-a-parabola-do-semeador-de-octavia-e-butler/): por Waldson Souza* Em seus trabalhos, Octavia E. Butler costumava explorar a noção afrofuturista do tempo como algo cíclico. Ações do passado constroem o nosso presente e também definem o futuro, dificultando projeções ou demonstrando o que precisa ser feito para quebrar continuidades e elaborar o futuro que desejamos. Tanto em Kindred (1979) quanto em A parábola do semeador (1993) vemos como é importante aprender com o passado antes de pensarmos em como transformar o mundo. Outro fator presente nessas duas obras é o pensamento interseccional. As personagens demonstram como identidades diversas são lidas pela sociedade e geram experiências distintas. - [A vida e a obra de Octavia Butler e N.K. Jemisin cria raízes entre as estrelas](https://pretaenerd.com.br/2022/05/a-vida-e-a-obra-de-octavia-butler-e-n-k-jemisin-cria-raizes-entre-as-estrelas/): por Anne Quiangala  “Comecei a escrever sobre poder porque era algo que eu tinha muito pouco” (Octavia Butler) Embora a literatura especulativa (fantasia, ficção científica e horror) seja vista pelos mais apocalípticos dentre os apocalípticos como uma forma menor de expressão escrita, ela mesma passou a se esgueirar por uma zona árida entre o território das obras recobertas por literariedade e um universo expandido rentável. Assim, desprovida de autorização para estadia plena no mundo da “alta literatura”, a ficção especulativa criou em torno de si um universo próprio que replica o paradigma do sistema que a excluiu: juízo de valor - [Abertas as inscrições para a oficina "Introdução ao pensamento de Octavia E. Butler: A grande dama da ficção científica"](https://pretaenerd.com.br/2022/05/abertas-as-inscricoes-para-a-oficina-introducao-ao-pensamento-de-octavia-e-butler-a-grande-dama-da-ficcao-cientifica/): Pretaenerd Academy é uma inciativa do Preta, Nerd & Burning Hell para democratizar o conhecimento e, este ano, em parceria com a Intel oferecemos todas as oficinas e e cursos gratuitamente. As oficinas acontecem mensalmente, unindo nosso amor pela cultura pop às reflexões profundas pavimentadas por pesquisas acadêmicas. Além disso, inauguramos o Black Nerd English, um método de ensino de inglês focado na perspectiva preta, nerd e que tem como objetivo aprender através de experiências coletivas ligadas ao mundo nerd. É muito comum a evasão de cursos de inglês por diversas razões, mas uma questão central é como a perspectiva tradicional de - [Intel e Preta, Nerd & Burning Hell criam projeto que leva ensino gratuito e inglês para debater as dificuldades da democratização do ensino](https://pretaenerd.com.br/2022/04/intel-e-preta-nerd-burning-hell-criam-projeto-que-leva-ensino-gratuito-e-ingles-para-debater-as-dificuldades-da-democratizacao-do-ensino/): Makkari, dos Eternos (interpretada por Lauren Ridloff) São Paulo, 22 de abril de 2022 –  Preta, Nerd & Burning Hell, em parceria com a Intel, criaram uma iniciativa que oferta cursos de inglês, além de oficinas que visam debater a democratização do conhecimento acadêmico, conectando conceitos e bibliografias específicas ao universo nerd, de maneira acessível e didática. Intitulado Pretaenerd Academy, o projeto ocorrerá durante o ano inteiro e é voltado para maiores de 18 anos que enfrentam dificuldades em ingressar e/ou permanecer nas instituições de ensino superior. A Preta e Nerd Academy disponibiliza oficinas, minicursos e cursos gratuitos com especialistas, tudo - [Intel e Preta, Nerd & Burning Hell criam projeto que visa democratizar o ensino](https://pretaenerd.com.br/2022/03/intel-e-preta-nerd-burning-hell-criam-projeto-que-visa-democratizar-o-ensino/):   Projeto Pretaenerd Academy fornece aulas de inglês, oficinas de estudo e mais atividades com o objetivo de aproximar o conhecimento acadêmico à experiência cotidiana   A Preta, Nerd & Burning Hell, em parceria com a Intel, anuncia o projeto Pretaenerd Academy. Uma iniciativa comprometida com a democratização do conhecimento acadêmico, conectando conceitos e bibliografias específicas ao universo nerd, de maneira acessível e didática.   Serão ofertadas oficinas, minicursos e cursos gratuitos com especialistas, na modalidade remota, para potencializar a oportunidade para que pessoas negras tenham acesso a conhecimentos teóricos e práticos que sirvam como ferramentas para emancipação individual e - [Você já leu Lovecraft?*](https://pretaenerd.com.br/2021/10/voce-ja-leu-lovecraft/): por Anne Quiangala Narrativa é a matéria mais poderosa da nossa realidade. Nós somos movidas pelo que acreditamos que as coisas são: pelas palavras e expressões convencionadas, que nada mais são que representações. E se já está representado, um filtro definiu – portanto modificou – o real. Se “o real” por si mesmo, apenas “é”, o significado para tudo o que é “nomeado, logo existe”, somos nós quem damos por meio de falas e ações repetidas na esteira do tempo. Mas quem são esses nós? “Nós” também é uma convenção, e depende de quem está olhando e quem está sendo - [Precisamos reconfigurar os limites do horror!](https://pretaenerd.com.br/2021/10/precisamos-reconfigurar-os-limites-do-horror/): Momento de grande ambivalência em Corra (Get Out) Por Anne Quiangala Muito antes de eu ter lido As Quatro Estações, Stephen King já era um cidadão típico do norte global: o valentão que intimidava garotas “estranhas” para se sentir melhor consigo mesmo (KING, 2015). Em algum momento, ele entendeu que poderia transformar isso numa discussão profunda com a pitada especulativa e, com ajuda de Tabitha, escreveu Carry: a estranha. Essa conscientização, devido ao alcance da voz de King, foi um ponto de partida relevante para pensarmos amplamente sobre a experiência de terror dum ponto de vista feminino, mas não foi o - [Por que precisamos criar Artefatos Alienígenas?*](https://pretaenerd.com.br/2021/09/por-que-precisamos-criar-artefatos-alienigenas/): Loki, o deus da Trapaça segurando o Cubo Cósmico por Anne Quiangala É provável que você queira estar em qualquer lugar do universo, menos aqui na Terra e agora na pandemia. Já foi melhor e já foi pior, mas o que poderia ser? A especulação nos aproxima de utopias necessárias, que não são pura imaginação: são teoria, prática e podem ser experimentadas no entretenimento. A função educativa, recreativa e de socialização que os artefatos culturais (cultura de massa ou que você preferir) é inegável, mas hoje quero conversar contigo sobre o poder. Aquele vocábulo que diz respeito à possibilidade caracteriza - [EDITAL PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS I SIMPÓSIO PRETA NERD ACADEMY: O CONCEITO DE NERDIANDADE E SUAS IMPLICAÇÕES](https://pretaenerd.com.br/2021/04/edital-para-submissao-de-trabalhos-i-simposio-preta-nerd-academy-o-conceito-de-nerdiandade-e-suas-implicacoes/): Letitia Wright interpretou Shuri, a cientista divertida e complexa que inseriu a #Nerdiandade como tema no MCU A Comissão Organizadora do SIMPÓSIO PRETA NERD ACADEMY: O CONCEITO DE NERDIANDADE E SUAS IMPLICAÇÕES torna público, com o presente edital, o cronograma e as regras para inscrição, seleção, instruções para formatação dos arquivos, avaliação, publicação de trabalhos acadêmicos. 1. Da modalidade dos trabalhos. 1.1. Os trabalhos submetidos deverão refletir proposta teórica resultante de pesquisa, análise e crítica sobre cultura pop, nerd, geek e gamer, devendo ser enquadrados em um dos seguintes temas: –  1: O que é nerdiandade? (Graduação e Pós-graduação) –  - [Resenha| Estrelas além do tempo: novas utopias pra nós!](https://pretaenerd.com.br/2020/12/resenha-estrelas-alem-do-tempo-novas-utopias-pra-nos/): por Anne Quiangala As imagens relacionadas ao contexto histórico dos Estados Unidos segregacionista costumam ser tão uniformes que não oferecem lacunas para perguntarmos sobre o que mais poderia ter acontecido na vida de pessoas negras. Perguntarmos sobre agência, afetos e tudo o mais que constitui subjetividade, apesar de soar irrelevante frente à violência institucional, epistemológica e física, é um importante exercício afrofuturista de reconstrução do passado. É a partir desta consciência que Estrelas Além do Tempo oferece uma narrativa baseada em fatos reais, recriando o imaginário sobre o passado e, assim, intervindo no futuro. Durante a década de 1960, os - [Por que eu, mulher negra, amo Star Wars](https://pretaenerd.com.br/2020/11/por-que-eu-mulher-negra-amo-star-wars/): Rey e Finn são personagens que mudaram tudo pra gente no universo de Star Wars Por Carina “Kika” Silva Soares Eu sou fã dos filmes de Star Wars. Eu poderia demonstrar isso pelas várias camisetas, dois androides e um sabre de luz, mas acho que a expressão máxima disso é que a introdução da minha monografia da faculdade começa com “há muito tempo, numa galáxia não tão distante…”. A princípio, gostar de Star Wars foi fácil. Eu sempre gostei de imaginar um futuro cheio de tecnologia, veículos voadores, viagens intergalácticas, máquinas que facilitariam a vida das pessoas, e a tecnologia - [Como fabricar a consciência do futuro negro](https://pretaenerd.com.br/2020/11/como-fabricar-a-consciencia-do-futuro-negro/): You’ll find your place in the world girl/ Você encontrará seu lugar no mundo, garota All you gona gotta do is stand up/ Tudo o que você precisa fazer é permanecer de pé And Fight Fire with fire/E combater fogo com fogo (Tamar Kali – Fire with fire) Por Anne Quiangala     *Este texto foi escrito em 2015, com o título “O que é consciência negra, hoje?”, mas faço alguns acréscimos cinco anos depois, numa espécie de diálogo. Por esse motivo, uso itálico para diferenciar os trechos inseridos em novembro de 2020. MEMÓRIAS, LOCAIS E QUEM VOCÊ É Quando - [Especulando o futuro](https://pretaenerd.com.br/2020/11/especulando-o-futuro/): Sun Ra foi um compositor poeta e filósofo conhecido por sua “filosofia cósmica”, composições musicais e performances afrofuturistas Por Waldson Souza* Quando analisamos as temáticas recorrentes da ficção científica, percebemos que este gênero aborda várias questões que são experiências reais para a população negra. Podemos citar como exemplo o trabalho compulsório e a negação da humanidade para androides, o preconceito contra seres sobrenaturais, o contato com o Outro, a colonização espacial, a própria distopia. Entretanto, essas temáticas acabam funcionando quase sempre como metáforas uma vez que obras de ficção científica são majoritariamente protagonizadas por personagens brancos. Diante desse problema de - [Vitorianas Macabras: clássicos de horror através dos séculos](https://pretaenerd.com.br/2020/10/vitorianas-macabras-classicos-de-horror-atraves-dos-seculos/): por Camille Legrand Nada melhor que histórias de terror para entrar no clima – mesmo que não comemorado no Brasil – do Dia das Bruxas. Entre seu grande catálogo de títulos, a Darkside Books disponibiliza a coletânea de contos de terror de autoria inteiramente feminina, “Vitorianas Macabras”. Nomes conhecidos como Charlotte Brontë e May Sinclair se unem a autoras de pouca fama, mas imenso talento, no conjunto de tramas macabras e sobrenaturais. É difícil, na verdade, aceitar que se trata de uma coletânea de contos do século XIX, tamanha é a facilidade de leitura e entretenimento, e não de uma - [Resenha | Horror Noire: A representação Negra no cinema de terror](https://pretaenerd.com.br/2020/10/resenha-horror-noire-a-representacao-negra-no-cinema-de-terror/): Horror Noire: A representação Negra no cinema de terror Robin R. Means Coleman DarkSide Books Trad. Jim Anotsu 464 p. 2019 Por Anne Quiangala Quando você é negra e gosta de horror, o lugar comum é perguntarem o porquê, já que “os negros morrem primeiro”. Será que é sempre assim? Isso é tudo o que temos? “Onde estão os negros?”. Embora hoje em dia a repercussão dos trabalhos de Jordan Peele como roteirista, diretor e diretor executivo tenham trazido à superfície esses questionamentos e complexificado as discussões sobre filme de gênero, ainda há muito trabalho a ser feito no campo - [O que é horror negro?](https://pretaenerd.com.br/2020/10/o-que-e-horror-negro/):   Por Anne Quiangala No mundo real, os horrores aos quais a população negra é submetida diariamente não são meras abstrações: a ameaça da mutilação dos corpos, encarceramento e morte são ameaças concretas expostas no formato de leis, programas de televisão, jornais e literatura. Para nós, esses horrores psicológicos e físicos são revividos a cada episódio de racismo cotidiano (KILOMBA, 2019a) – o horror natural – e intensificados em experiências estéticas que transcendem o gênero horror.  A morte horrível e narrativamente injustificada de um personagem negro para mostrar a letalidade de um monstro (metafórico ou não) e a “contagem dos - [O horror me trouxe até aqui](https://pretaenerd.com.br/2020/10/o-horror-me-trouxe-ate-aqui/): Por Anne Quiangala Até hoje eu lembro da sensação que foi assistir ao seriado Buffy — A Caça-Vampiros: estranhamento (porque aquela garota salvava o dia) e inspiração: saí mais corajosa dali. Poderia dizer que só se trata de um efeito duradouro, mas o livro Horror Noire: A Representação Negra no Cinema de Terror me deu um panorama incrível do que isso significa. Eu e meus primos passávamos o verão na casa da nossa avó brincando de qualquer faz-de-conta, mas assistir aquele episódio mudou radical e definitivamente o rumo das nossas brincadeiras. Em vez de imitarmos os grandes heróis de Power - [Enola Holmes e o feminismo para jovens](https://pretaenerd.com.br/2020/09/enola-holmes-e-o-feminismo-para-jovens/): Enola Holmes Por Anne Quiangala  Sherlock Holmes é uma figura que tem atravessado as gerações, desde a série de livros escritos por Conan Doyle até filmes, séries e – o formato que mais me agrada – releituras. Confesso que, cada vez mais fui me sentido menos confortável consumindo produtos protagonizados pelo detetive como um modelo de sujeito em conformidade com o ideal de intelectualidade que naturaliza a hierarquia do conhecimento e uma “história única”, como diria Chimamanda Adichie. E não somente eu: um amplo debate promovido pelo público tem refletido a ponto de o audiovisual ter passado por mudanças substanciais - [Sonhos em tempo de guerra: memórias de infância](https://pretaenerd.com.br/2020/09/sonhos-em-tempo-de-guerra-memorias-de-infancia/): Por Anne Quiangala Sonhos em tempo de guerra: memórias de infância Nguni wa Thiong’o Biblioteca Azul 272p. 2015 A obra Sonhos em tempo de guerra: memórias de infância é o primeiro volume das memórias do escritor queniano Ngũgĩ wa Thiong’o, publicada no Brasil em 2015 pela editora Biblioteca Azul, com a tradução de Fábio Bonillo e Elton Mesquita.  A história é precedida por excertos que tratam do sonho como um elemento tão político, quanto substância literária. Para tanto, referencia obras literárias do cânone tradicional como Os Miseráveis (Victor Hugo) e Motto (Bertolt Brecht), na mesma medida que Looking At Your - [Quais os limites da sua imaginação?](https://pretaenerd.com.br/2020/09/quais-os-limites-da-sua-imaginacao/): Mais do que um unboxing: desbloqueando os limites da imaginação Por Anne Quiangala Você já parou pra pensar nos limites da sua imaginação? Pois é, a maioria de nós adora o afrofuturismo como estética, musica e até mesmo como política. Angela Davis nos encoraja a pensar um mundo sem prisões, Grada Kilomba nos leva a perguntar: e se vencermos as memórias da plantação? Quem nós seremos? Imaginar é uma faculdade tão comum que raramente nos aprofundamos nela. Pra tudo, cabe imaginar, cabe visualizar. Está em voga a ideia de fazer o impossível, o que jamais foi feito, mas acho que - [Nerd depois dos 40: o que muda?](https://pretaenerd.com.br/2020/08/nerd-depois-dos-40-o-que-muda/): Por Daniela Razia Muitos dizem que nada é para sempre. No caso da #nerdiandade, do ser gamer, essa febre duraria até quase a vida adulta. Ledo engano: a “meia idade” está batendo aqui na porta e dizendo que ainda falta muito para essa febre acabar! Quantas pessoas idosas vocês vêem jogando? E apertando a pergunta, quantas mulheres depois dos 40 anos? Acreditem, nós somos muitas! Mas visibilidade cadê você?. Existir e coexistir, eis a questão.  Estamos no Guinness! A Youtuber mais velha do mundo tem 90 anos e começou a jogar com 50! Ser nerd, gamer não tem idade nem gênero! - [Ma: O que é horror para uma mulher Negra?](https://pretaenerd.com.br/2020/08/ma-o-que-e-horror-para-uma-mulher-negra/):  Por Anne Caroline Quiangala “Traumas sempre deixam uma cicatriz.  Seguem-nos até nossas casas, mudam nossas vidas” (Grey’s Anatomy, T5 E19) Contém Spoilers Ma (2019) é um filme de suspense da Universal Pictures/Blumhouse protagonizado por Octavia Spencer, uma atriz conhecida por interpretar personagens amáveis, encantadoras e engraçadas, que ganham destaque antes pela sua presença do que pelo que o texto propõe. Exemplo disso é Histórias Cruzadas (The Help, 2011) um filme que tem em comum com Ma a direção de Tate Taylor. Apesar disso, sejamos otimistas, pois Jason Blum (Corra, 2017) assina a produção e Spencer assina a produção executiva – - [Yu Yu Hakusho: uma análise em três décadas](https://pretaenerd.com.br/2020/08/yu-yu-hakusho-uma-analise-em-tres-decadas/): por Camille Legrand “Rapadura é doce, mas não é mole não!”. Para muitos o que é visto como uma expressão tipicamente brasileira, pelo menos na região sudeste (de onde escrevo), para outros será o suficiente para abrir a caixa nostálgica da infância. Falo, se é que ainda não perceberam, de um dos diversos animes reproduzidos na televisão brasileira entre o fim dos anos 1990 e início dos anos 2000: Yu Yu Hakusho. Os jovens adultos de hoje foram moldados pela, referida por muitos, era de ouro da animação japonesa da qual a criação de Yoshihiro Togashi fez parte com impacto - [#PretaRead | A Parábola do Semeador é um aviso](https://pretaenerd.com.br/2020/08/pretaread-a-parabola-do-semeador-e-um-aviso/):  Por Alessandra Costa É possível ler A Parábola do Semeador e não lembrar de ao menos algo do nosso presente? A distopia de Octavia E. Butler não está em um futuro distante, ela bate à nossa porta com insistência, mesmo que alguns insistam em não ouvi-la. Trago aqui alguns paralelos com nossa atualidade. Negacionismo Conhecemos Lauren, a protagonista da história, que interage com pessoas de todas as idades, porém os adultos e idosos são os únicos que conheceram o mundo pré-apocalipse. Alguns recordam com nostalgia de seus tempos de paz, como quando Cory, madrasta de Lauren, em uma conversa com - [Entre lobos e vampiros, que tal o senso crítico?](https://pretaenerd.com.br/2020/07/entre-lobos-e-vampiros-que-tal-o-senso-critico/): Por Débora Machado Todos nós temos um filme ou série que, apesar da qualidade duvidosa, está sempre presente em nossos corações. Pode ser aquela obra de fantasia, um romance, aquele filme de ação ou, até mesmo, a série de nosso herói favorito: é difícil separar o sentimento de apego do olhar crítico. No último domingo, finalizamos a primeira temporada do #PretaWatch (projeto este que revisita e discute em conjunto obras cinematográficas) e, após cinco semanas, concluímos a tão criticada – e porque não amada – saga Crepúsculo, romance que arrebatou fãs no mundo inteiro ao contar a história de amor - [O prazer de ler e o ler com prazer : experiência com #Pretaread](https://pretaenerd.com.br/2020/06/o-prazer-de-ler-e-o-ler-com-prazer-experiencia-com-pretaread/): Por Dani Razia Madrugadas insones fazem parte do meu cotidiano e sou mais produtiva nesse horário (infelizmente?). E nessas horas comecei a matutar como a leitura muda e salva vidas. Aprendi a ler com 4 anos de idade, através do livro mais conhecido do mundo. Meu pai era um católico fervoroso e resolveu iniciar meu aprendizado de leitura através da Bíblia. A Bíblia não é uma leitura fácil para adultos, imaginem para uma criança que nem entendia as palavras que eram usadas ali. Pois bem, a violência em certas partes que lia e conseguia sacar me assustavam mais que algum - [Vidas negras na tela: 5 episódios em que a série Um maluco no pedaço nos fez refletir sobre a questão racial.](https://pretaenerd.com.br/2020/06/vidas-negras-na-tela-5-episodios-em-que-a-serie-um-maluco-no-pedaco-nos-fez-refletir-sobre-a-questao-racial/): Por: Dê Ferreira – @deferreira_s Contextualizando Nas últimas semanas, uma onda de protestos tem ganhado repercussão nas mídias nacionaise internacionais. O estopim das manifestações ocorreu após George Floyd, um afro-americano de 46 anos, ser assassinado por um policial branco em Minneapolis, Minnesota, nos Estados Unidos. Derek Chauvin, o policial em questão, manteve seujoelho pressionando o pescoço de Floyd por vários minutos, enquanto Floyd clamava dizendo “não consigo respirar”fui assistir oitnb era oz, a cena foi gravada espalhada nas redes sociais e todo o processo que culminou na morte do sr. Floyd durou aproximadamente 30 minutos. A brutalidade e o abuso - [Democracia em Colapso | Silvia Federici, Patricia Hill Collins e Angela Davis](https://pretaenerd.com.br/2020/05/democracia-em-colapso-silvia-federici-patricia-hill-collins-e-angela-davis/):  Por Alessandra Costa Em outubro de 2019, tive a oportunidade única de participar do Seminário Internacional “Democracia em colapso?” promovido pela editora Boitempo que, na minha interpretação, buscava entender o momento que nós vivíamos naquela época. Por sinal, deste então, o mundo já mudou e MUITO, e agora vemos que se acirrou aquela persistente sensação de que nossos direitos democráticos estavam ameaçados por um governo que flerta e MUITO com o autoritarismo e afins. A grade de cursos e debates era bem vasta, então escolhi os temas que mais me interessavam e, é claro, não poderia deixar de envolver grandes - [O Mundo Invisível Entre Nós e suas vivências marginais](https://pretaenerd.com.br/2020/05/o-mundo-invisivel-entre-nos-e-suas-vivencias-marginais/): por Camille Legrand Confesso que não conhecia a obra de Caitlín R. Kiernan antes de ler a coletânea O Mundo Invisível Entre Nós da Darkside Books. Acontece que, além de já ter uma publicação pela editora no currículo – A Menina Submersa –, a autora é uma voz (re)conhecida no nicho literário de fantasia dark e ficção científica. Sua ficção, entretanto, deixa de lado os recorrentes temas espaciais pelos quais o gênero é reconhecido e se baseia em descrever e imaginar uma realidade fantástica possível. A autora não trata de futuro – de fato, todos os contos da coletânea foram - [Resenha: Indivisível (Marília Marz)](https://pretaenerd.com.br/2020/04/resenha-indivisivel-marilia-marz/): por Anne Quiangala Você já parou pra pensar no porquê do bairro da Liberdade, em São Paulo, ter esse nome? Por acaso, sabia que existe uma história do povo negro literalmente abaixo deste bairro? Com o intuito de desenterrar essa história e trazê-la à luz que a quadrinista Marilia Marz produziu o quadrinho independente Indivisível. Antes de tudo, cabe dizer que a autora tem uma ligação afetiva com o bairro muito antes de ter acesso à história, e segundo ela, foi ao escolher o tema do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na área de arquitetura e urbanismo que ela - [10 lições, nada óbvias, que Madame C. J. Walker nos lembrou.](https://pretaenerd.com.br/2020/04/10-licoes-nada-obvias-que-madame-c-j-walker-nos-lembrou/): (No volante,Sarah Breed Love ) A vida e a história de Madame C. J. Walker A minissérie dirigida por Nicole Jefferson Asher e  produzida pela Netflix conta a história de Sarah Breed Love, (interpretada por Octavia Spencer) que ficou conhecida como Madame C.J Walker. Nascida em 23 de dezembro de 1867, em Delta- Luisiana, nos Estados Unidos da América, Sarah foi empreendedora, ativista e filantropa, e acabou sendo registrada no Guiness Book of World Records como a primeira mulher milionária nos EUA. (Octavia Spencer-Atriz) Embalada por um enredo repleto de elementos recorrente nas cinebiografias de personalidades pretas, a história de - [A branquitude num contexto de poder, reflexão e empatia - Marielle presente!](https://pretaenerd.com.br/2020/03/a-branquitude-num-contexto-de-poder-reflexao-e-empatia-marielle-presente/): Por Dê Ferreira Penso no lugar de fala como um espaço de empoderamento, de crítica, de subversão e representatividade. E parto da compreensão, de que ocupar um espaço de narrativa da história do seu povo, de seus ancestrais e dos seus semelhantes, seja uma oportunidade irrefutável de permitir que tomemos as rédeas da nossa história, rompendo assim com uma lógica comunicativa baseada na reincidência histórica, onde o colonizador e seus descendentes continuem a contar a história do colonizado. Djamila Ribeiro (2017) aborda em sua obra O que é Lugar de fala, questões e referenciais fundamentais acerca deste tema. Em síntese, - [Unidos da Netflix| Especial de carnaval](https://pretaenerd.com.br/2020/02/unidos-da-netflix-especial-de-carnaval/): Por Dê Ferreira Começo de ano, clima de férias, o carnaval está aí e você já está cansada de confraternizações, bloquinhos e afins? Precisa de um tempo para pensar, descansar,  ou simplesmente deitar, ligar a tv e contemplar uma arte des-conhecida? A Dê Ferreira preparou  para vocês uma lista seleta de filmes, séries e documentários, disponíveis na Netflix, com protagonismo negro, daqueles que te prendem ou  pelos olhos ou pelos  ouvidos. Se amarra em trilhas sonoras e artes visuais? Quer pensar sobre negritude e saudar as belezas da representatividade? Então chega mais, prepara a pipoca, ajeita o travesseiro, separa o - [Review: Mulheres e caça às bruxas: da Idade Média aos dias atuais (Silvia Federici)](https://pretaenerd.com.br/2020/02/review-mulheres-e-caca-as-bruxas-da-idade-media-aos-dias-atuais-silvia-federici/): Mulheres e caça às bruxas é um livro importante para os nossos tempos sombrios, tanto para calibrarmos nossos olhares, quanto para tomarmos fôlego e enfrentarmos o porvir. Ao longo da obra, Silvia Federici historiciza a caça às bruxas na Europa do século XV e suas consequências no presente, em especial, no sul global, à medida que preenche lacunas do que aprendemos na escola sobre o fim do Medievo e início da Modernidade. Arte para o #PretaRead por Alessandra Costa Mulheres e caça às bruxas: da Idade Média aos dias atuais Silvia Federici Editora Boitempo 158 p.  2019 Por Anne Caroline Quiangala - [BGS | Aqui se joga](https://pretaenerd.com.br/2019/11/bgs-aqui-se-joga/):   Por Alessandra Costa A BGS, Brasil Game Show, chega em sua 12º edição trazendo aos gamers o equilíbrio perfeito entre o saudosismo dos jogos clássicos e as novas apostas e novidades deste mundo. Filas enormes em praticamente todos os estandes para testar os jogos mais desejados do momento, como Fortnite, em que a Epic Games reservou um estande todo para seu principal game,  Fifa 20, Marvel’s Iron Man VR, Marvel’s Avengers, Bleeding Edge, Minecraft Dungeons, Luigi’s Mansion 3, The Legend of Zelda Link’s Awakening, Mario Kart 8 Deluxe, Super Mario Bros Deluxe, entre outros. Em sentido horário, começando do - [Cores Vivas: reflexões sobre nós, pobres mortais](https://pretaenerd.com.br/2019/10/cores-vivas-reflexoes-sobre-nos-pobres-mortais/): por Camille Legrand Chega este ano, pela editora Darkside, o (ainda inédito no Brasil) livro Cores Vivas da premiada escritora britânica Patrice Lawrence. Seguindo o tema da adolescência e do conflito entre situações nada usuais, a autora nos entrega (mais uma vez) uma epopéia urbana contemporânea que, nesse caso, se aventura no terreno pesado da realidade do tráfico e do crime nas ruas de Londres. Como se não bastasse isso, ainda vemos uma narrativa extremamente verossímil da realidade dos corpos negros quando se deparam com as autoridades policiais. O racismo estrutural está mais vivo do que nunca. A sorte é - [Joker: carta fora do baralho](https://pretaenerd.com.br/2019/10/joker-carta-fora-do-baralho/): por Dê Ferreira Esse texto apresenta Spoilers Coringa (Joker) é um filme do gênero drama/suspense, dirigido por Todd Phillips, com roteiro de Todd Phillips e Scott Silver e música composta por Hildur Guðnadóttir. A live action conta “a história” de Arthur Fleck, um homem, branco, pobre e com a saúde mental fragilizada, cuja vida fora marcada por contextos de violência doméstica, bullying entre outros marcadores sociais das diferenças. A trama traz às telas o processo de transição que marca a transformação de Arthur em o Coringa (Joker), um dos mais famosos vilões do Universo da DC (DCU). O roteiro, a - [Viver o Afrofuturo](https://pretaenerd.com.br/2019/09/viver-o-afrofuturo/):   Por Alessandra Costa Digite futuro no Google. Você verá imagens de pessoas olhando para frente, para o horizonte, robôs humanoides, alienígenas, telas holográficas, ambientes em cores frias ou azuladas e neon. Será que esse é o futuro? E nós enquanto descendentes afroindígenas, o que nos aguarda para o futuro? Acredito que esta foi a resposta que fui buscar no curso Afrofuturo: construindo futuros pluriversais a partir da perspectiva africana, ministrado por Morena Mariah e Sarah Brito. E é claro, eu fui surpreendida. A própria apresentação no início do curso já não foi convencional. Cada um falou sobre seu passado, - [Cannon Busters: sobre anime com pretos humanos](https://pretaenerd.com.br/2019/09/cannon-busters-sobre-anime-com-pretos-humanos/): por Camille Legrand *este texto contém spoilers* Cannon Busters é o novo anime original da Netflix e que entrou no catálogo em 15 de agosto. Talvez pelo fato de ser proveniente da adaptação da história em quadrinhos de mesmo nome de LeSean Thomas (presente na equipe do famosíssimo The Boondocks e de A Lenda de Korra), lançados em 2005, a presença e representação negra, além de ser majoritária não possui nenhum tipo de estereotipia racial. Na trama, acompanhamos a saga da androide especial S.A.M. e do robô de manutenção Casey Turnbuckle, juntamente com um possível fora da lei imortal, Philly - [Poc Con | Feira LGBTQ+ de quadrinhos: Meu olhar pessoal](https://pretaenerd.com.br/2019/07/poc-con-feira-lgbtq-de-quadrinhos-meu-olhar-pessoal/): Por Alessandra Costa Desde que surgiram as primeiras publicações sobre a Poc Con, vi ali uma oportunidade. A oportunidade de me despir das expectativas, receios e ansiedades para acolher uma nova visão de mundo. Há pouquíssimo tempo eu abri uma frestinha do meu armário… enquanto eu estava dentro dele, eu imaginava apenas um mundo hostil: os estereótipos, a rejeição e a confusão de não saber a que mundo pertenço e sobre a Poc Con, eu imaginava me sentir deslocada, mas sabia que não podia ficar apenas com as minhas impressões que nem eram reais, eu precisava sair, explorar, ver com - [Vlog #06: PLANEJAMENTO PARA PALESTRA](https://pretaenerd.com.br/2019/06/vlog-06-planejamento-para-palestra/): É comum me perguntarem sobre como organizar as ideias para escrever um texto, montar calendário editorial ou mesmo montar uma palestra. Neste vlog, mostro o meu processo de reflexão e desenvolvimento de ideias por meio de um mapa mental. Espero que te ajude a encontrar um formato que funcione pra você! 🌐 FERRAMENTAS ANALÓGICAS PARA ESTUDAR FORA DE CASA: encurtador.com.br/cdrWX MANDA UM BURNING HELL Anne Caroline Quiangala Caixa postal: 3565 CEP: 70.089-970 Brasília, DF SKOOB https://www.skoob.com.br/usuario/5423636 CONHEÇA O BLOG http://www.pretaenerd.com.br/ SIGA NAS REDES SOCIAIS Instagram: https://www.instagram.com/pretaenerd Twitter: https://twitter.com/pretaenerd FB: https://www.facebook.com/pretaenerd Mixer: https://mixer.com/pretaenerd CONHEÇA O CLÃ DAS PRETAS https://goo.gl/te1B32 QUER APOIAR - [[Burning Bujo #4] Setup para bujo, sketch e estudo fora de casa](https://pretaenerd.com.br/2019/06/burning-bujo-4-setup-para-bujo-sketch-e-estudo-fora-de-casa/): Por Anne Caroline Quiangala Assim como é difícil escolher o livro que acompanhará durante o dia (caso não tenha um Kindle), é difícil fechar o conjunto de “ferramentas” analógicas, o setup, adequado para situações diversas de estudo e criatividade. Hoje compartilho a configuração do meu estojo para – quem sabe – poder te ajudar a definir o seu. Vamos lá: Meu setup básico pra assistir palestra, tomar um café ou estudar fora de casa A primeira decisão a ser tomada quando falamos de estudar fora, deve ser a bolsa ou mochila, e, por consequência, o tamanho do estojo possível. Aliás, algumas - [Comentando X-Men: Fênix Negra (sem spoiler)](https://pretaenerd.com.br/2019/06/comentando-x-men-fenix-negra-sem-spoiler/): Assisti ao filme X-Men Fênix Negra e gostei! Para não dar spoiler, comento, em linhas gerais, algumas discussões que apareceram no filme de forma diferente da HQ! E você, o que espera deste filme? - [A gente se vê ontem, mas (só) sob o olhar do Outro](https://pretaenerd.com.br/2019/06/a-gente-se-ve-ontem-mas-so-sob-o-olhar-do-outro/): Por Anne Caroline Quiangala TEXTO COM SPOILER O filme original Netflix A gente se vê ontem (2019) é uma aventura protagonizada pela jovem cientista Claudette Josephine Walker (Eden Duncan-Smith) e seu melhor amigo, Sebastian Thomas (Dante Crichlow). A dupla é brilhante, e cientes de seu brilhantismo, trabalham num empreendimento audacioso para chegarem ao objetivo máximo: uma bolsa de estudos no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o MIT. O experimento é um Teste de Deslocamento Temporal, por meio de um dispositivo chamado de Mochila de Deslocamento Temporal (MDT), que torna concreta a teoria do espaço-tempo de Einstein, bastante difundida hoje em - [[Burning Bujo #3] Como se organizar do zero! (Se você for MUITO desorganizada)](https://pretaenerd.com.br/2019/05/burning-bujo-3-como-se-organizar-do-zero-se-voce-for-muito-desorganizada/): Capa estilo Midori  Foto/Produto: www.pretelie.com.br Por Anne Caroline Quiangala É bastante comum as pessoas dizerem “quero ser mais organizada” ou “quero ser vegana” e uma série de mudanças de comportamento que são adiadas por meio duma justificativa: “não sei por onde começar”. Mas será que basta conhecer métodos? Já adianto que não. Como uma pessoa que saiu da extrema falta de organização, da reatividade profunda (fazer cada tarefa, e definir as ações a medida que elas chegavam), posso dizer, o primeiro passo é ter “clareza” a respeito de suas motivações. Noutras palavras, antes de empreender qualquer mudança, defina qual o - [Review: Vingadores - Ultimato](https://pretaenerd.com.br/2019/05/review-vingadores-ultimato/): Por Débora Machado O texto contém spoilers. O que parecia impossível, aconteceu. Após 10 anos e um total de 22 filmes, Vingadores: Ultimato encerra em grande estilo a primeira saga do Universo Cinematográfico da Marvel. O filme, apesar de ter estreado há praticamente um mês, ainda leva milhares de expectadores às salas de cinemas para assistir o encerramento de uma era gloriosa para os fãs de super-heróis.  Disposto a apresentar os personagens lidando com as consequências da derrota em Guerra Infinita, Vingadores: Ultimato se inicia praticamente no ponto em que o filme predecessor acabou: o estalo de Thanos que culminou - [DEMOCRACIA DA ABOLIÇÃO – PARA ALÉM DO IMPÉRIO, DAS PRISÕES E DA TORTURA](https://pretaenerd.com.br/2019/05/democracia-da-abolicao-para-alem-do-imperio-das-prisoes-e-da-tortura/): Angela Davis A Democracia da Abolição: Para além do Império, das Prisões e da Tortura Editora Difel Angela Davis (Eduardo Mendieta Org.) 2009 [2005] 154 páginas Por Anne Caroline Quiangala Publicado em 2009 pela Editora Difel, A Democracia da Abolição é resultado de oito meses de entrevistas com a professora, filosofa e ativista Angela Davis conduzidas pelo professor Eduardo Mendieta. Por terem sido atravessadas pela revelação de abusos nas prisões de Abu Ghraib e Guantánamo, as entrevistas avançam desde a compreensão histórica das prisões como extensão da escravidão, a dissecação dos aparatos que mantem o sistema prisional, coações e as torturas como - [A Representação de Super-Heroínas na Marvel, ou como me tornei mestra!](https://pretaenerd.com.br/2019/05/a-representacao-de-super-heroinas-na-marvel-ou-como-me-tornei-mestra/): Banca examinadora: William Bizerra, Vanessa Carvalho e Cíntia Schwantes Por Anne Caroline Quiangala Dia 18/12/2017 defendi a dissertação na Universidade de Brasília (UnB) intitulada “A fantasia deles sobre nós: a representação de Heroínas Negras nos quadrinhos mainstream da Marvel” e me tornei mestra em literatura!  Prévia da dissertação:  www.academia.edu/30071086/Repr… Na defesa eu usei:  Camiseta “Mulher Maravilha”: Loja Oficial DC Comics (www.lojadccomics.com.br)  Saia: Diáspora 009 (www.facebook.com/diaspora009/…)  QUER APOIAR O CANAL?  Contribua no Padrim: www.padrim.com.br/pretaenerd  Compre seu Kindle com no nosso link aqui: amzn.to/2BaRmGS SLIDES USADOS NA APRESENTAÇÃO: - [9 links para aprender (mais) sobre Cinema Negro](https://pretaenerd.com.br/2019/04/9-links-para-aprender-mais-sobre-cinema-negro/): Adélia Sampaio, cineasta brasileira Por Anne Caroline Quiangala A conceituação do Cinema Negro tem sido construída, em grande medida, pela abordagem da temática racial abrindo as portas para uma conscientização sobre os problemas sociais do país como declara Edileuza Souza em sua tese Cinema na Panela de Barro [1]. Por não tratar-se exclusivamente da presença de atrizes e atores negros, mas duma convergência de perspectiva, interesses e consciência viabilizados por realizadores, roteiristas, e equipe técnica. Tendo isso em mente, segue uma lista de associações, coletivos, canais do YouTube e blogues que se dedicam à análise e/ou produção do Cinema Negro. - [Recebidos mais ryco da história do canal (Março/Abril 2019)](https://pretaenerd.com.br/2019/04/recebidos-mais-ryco-da-historia-do-canal-marco-abril-2019/): Por Anne Caroline Quiangala Faz tempo que não apareço aqui pra mostrar a vocês o que recebi na caixa postal, e olha que teve muita coisa incrível, incluindo a realização do meu sonho! Pasmem! Posso dizer, sem sombra de dúvida, que este é O vídeo de Recebidos mais RICO do canal, até hoje! 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Não sou aquela que oferece certezas, para o meu próprio bem de não sufocar na atmosfera de “parte pelo todo” ou tokenização. Espero ser fugidia o bastante para que todas e todos compreendam - [Afinal, a Capitã Marvel te representa?](https://pretaenerd.com.br/2019/04/afinal-a-capita-marvel-te-representa/): Capitã Marve, Carol Danvers A maioria das críticas negativas ao filme Capitã Marvel partem do esvaziamento do termo representatividade para diminuírem a força, a importância ou a qualidade estética do filme. Por esta razão, convido vocês para uma conversa longa sobre o que é representatividade e o lugar do filme nesta discussão. A TAL DA REPRESENTATIVIDADE É contraditório pensar que filmes de heróis “padrão”, que foram desenvolvidos ao longo da década, no MCU, não trazem a representatividade como o tema. Isso acontece, não apenas porque neutralidade é uma falácia, mas pelo fato de que representar significa substituir um objeto real - [PerifaCon | A primeira Comic Con da favela!](https://pretaenerd.com.br/2019/03/perifacon-a-primeira-comic-con-da-favela/):  Por Alessandra Costa Hoje vou contar um pouco sobre a minha saga épica na PerifaCon! A primeira “quest” foi sair da zona oeste da Grande SP e chegar a um outro extremo, na sul da capital pela primeira vez na minha vida. Apesar da distância, ao chegar,  me senti em casa. Na fila para a entrada do evento, encontrei mais pessoas como eu, e tão ansiosas quanto, para estar em um ambiente que acolhe a sua imaginação e os seus sonhos de porta abertas. A minha principal quest (missão) foi aproveitar o máximo possível essa oportunidade e, como sempre, o que - [Crush da Semana: Lashana Lynch](https://pretaenerd.com.br/2019/03/crush-da-semana-lashana-lynch/): Por Débora Machado Até o início deste mês o nome Lashana Lynch talvez não fosse tão conhecido do grande público. Entretanto, esta atriz britânica que interpretou Rosaline Capulet na série Still-Star Crossed (produzida por Shonda Rhimes) ganhou as telas do mundo todo a partir do lançamento de Capitã Marvel, o primeiro filme solo de uma super heroína da Marvel Studios.  No longa, Lashana interpreta Maria Rambeau, amiga da protagonista Carol Denvers. Mas não pense que seu papel se resume a ser “sidekick” da Capitã. Maria é uma mulher forte, mãe solo que cria com uma rede de apoio a sua - [Capitã Marvel: entre o Queerbaiting e a Reparação](https://pretaenerd.com.br/2019/03/capita-marvel-entre-o-queerbaiting-e-a-reparacao/): Por Anne Caroline Quiangala Esse texto tem spoilers! DOS QUADRINHOS PARA AS TELONAS: UM GRANDE SALTO! A maioria de nós conheceu a Monica Rambeau dos quadrinhos em uma situação completamente desfavorável, em Capitã Marvel #7 (2012). E, quando digo “desfavorável”, me refiro ao clima defensivo de Carol Danvers em relação àquela que fora Capitã Marvel antes dela. Existe um clima de ansiedade porque Carol tem medo de que Monica, conhecida por ser “desbocada”, possa trazer a tona verdades sobre a sua promoção que possam machucar (“PORQUE EU MERECI”). Nada mais típico da psique humana que se defender do que (ou de quem) - [[Burning Bujo #2] Seja criativa: escreva uma carta de fã](https://pretaenerd.com.br/2019/03/burning-bujo-2-seja-criativa-escreva-uma-carta-de-fa/): Por Anne Caroline Quiangala Um dos livros mais impactantes que eu li ano passado foi Roube como um artista: 10 dicas sobre criatividade, de Austin Kleon. Sim, um best-seller sobre criatividade e aperfeiçoamento pessoal. Sim, é autoajuda. Embora muita gente bem-instruída possa argumentar que é um compêndio de clichês, basta perguntarmos quantas das obviedades ali, o crítico ou a crítica coloca em prática diariamente. Isso acontece porque gente bem-instruída, raramente é estimulada a equilibrar dualidades como razão/emoção, mente/corpo e eu/outro, mas nosso caminho aqui é bem diferente. UMA GRATIDÃO CLEPTOMANÍACA Com muito humor, Austin Kleon escreveu um livro inteiro sobre - [Campus Party 2019: Ocupar, representar e inspirar](https://pretaenerd.com.br/2019/02/campus-party-2019-ocupar-representar-e-inspirar/):  Por Alessandra Costa Lá em 2008, quando eu tinha 16 aninhos eu fiquei encantada com a chegada da Campus Party em  São Paulo, mas com o passar dos anos fui perdendo a vontade de estar neste lugar, por achar que  não me pertencia. Eu achava que era um evento focado totalmente no nicho de quem trabalha com  tecnologia e fiquei feliz em perceber hoje em 2019, conhecendo pela primeira vez a Campus, que  não é bem assim. E ainda bem! Minha principal missão era acompanhar o bate-papo sobre o racismo institucional, infelizmente não  consegui chegar mais cedo e peguei os - [Crush da Semana: Barry Jenkins #MesDoOscar](https://pretaenerd.com.br/2019/02/crush-da-semana-barry-jenkins-mesdooscar/):   Por Débora Machado     Continuando nossas homenagens no mês do Oscar, apresentamos hoje o diretor, produtor e roteirista Barry Jenkins. Nascido em Miami (FL), Jenkins é formado em Cinema e Artes Visuais pela Universidade do Estado da Flórida e estreou no cenário com o curta My Josephine (2003).     Seu primeiro trabalho de impacto veio cinco anos depois com o filme Medicine for Melancholy, o qual recebeu indicações para diversos prêmios e vencendo uma parcela deles. Entretanto, foi com Moonlight: Sob a Luz do Luar, filme de 2016, que o cineasta ganhou prestígio, sendo indicado a oito categorias do - [Crush da Semana: Regina King #MesDoOscar](https://pretaenerd.com.br/2019/02/crush-da-semana-regina-king-mesdooscar/): Por Débora Machado Aproveitando que o Oscar se realizará no final deste mês, homenageamos esta semana a indicada ao prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante: a talentosa atriz e diretora americana Regina King.   Nascida em Los Angeles, Califórnia, iniciou sua carreira em 1985 atuando na série de TV 227, mantendo-se no programa durante 5 anos. Desde então, foi colecionando papéis tanto na TV quanto no cinema, atuando em filmes de sucesso como Jerry Maguire (1996), Inimigo do Estado (1999), Ray (2004), Creche do Papai (2003) e Miss Simpatia 2 (2005), além de emprestar sua voz a animações, como no filme Aviões (2014).  Apesar da - [Quem tem medo do feminismo negro? (Djamila Ribeiro)](https://pretaenerd.com.br/2019/02/quem-tem-medo-do-feminismo-negro-djamila-ribeiro/): Quem tem medo do feminismo negro? Djamila Ribeiro  Editora Companhia das Letras  148p. 2018 por Anne Caroline Quiangala “Quem tem medo do feminismo?” é uma seleção de artigos de Djamila Ribeiro publicados na Carta Capital entre 2014 e 2017 revisitado. Pra quem não sabe o que e Feminismo Negro, ou acredita que ele é uma “luta identitária” é uma leitura urgente. Pra quem está familiarizada com autoras como Audre Lorde, Grada Kilomba, bell books e Lélia Gonzalez é uma obra imprescindível. Diferente do livro anterior, O que lugar de fala, em Quem tem medo do feminismo negro, temos uma modalidade - [Se a Rua Beale falasse (If Beale Street Could Talk)](https://pretaenerd.com.br/2019/02/se-a-rua-beale-falasse-if-beale-street-could-talk/): por Edileuza Penha de Souza (*) (…) os movimentos, as atitudes, os olhares do Outro me fixaram ali, assim como uma solução química é fixada por um corante. Eu estava indignado; exigi uma explicação. Nada aconteceu. Explodi. Agora os fragmentos foram remontados por outro eu. Esse “olhar”, do – por assim dizer – lugar do Outro, nos fixa, não apenas em sua violência, hostilidade e agressão, mas na ambivalência do seu desejo. Frantz Fanon  in Peles negras, máscaras brancas Certamente, se a Rua Beale falasse ela diria que passados cinquenta anos a juventude negra estadunidense ainda é vitima de preconceitos - [Crush da semana: Milton Gonçalves](https://pretaenerd.com.br/2019/02/crush-da-semana-milton-goncalves/): Por Débora Machado O ator Milton Gonçalves é um dos expoentes da TV, teatro e cinema brasileiro. Nascido em 1933, na cidade de Monte Santo de Minas (MG), Milton se encantou pelo universo da dramaturgia após assistir a uma peça em São Paulo, decidindo, assim, a entrar em um grupo de teatro e seguir a carreira de ator. Participou de incontáveis produções na TV, cinema e teatro, sendo um dos poucos atores a permanecer até hoje na TV Globo desde a sua inauguração em 1965. Gonçalves foi também o primeiro brasileiro a apresentar uma categoria na cerimônia de premiação do Emmy - [Planner| Fevereiro 2019](https://pretaenerd.com.br/2019/01/planner-fevereiro-2019/): Já está pronta pra fevereiro? Seja você de #planner ou de #bujo, convido pra assistir ao vídeo amanhã, às 9:30! Explico detalhadamente  como eu estou customizando meu #planner Preteliê 2019 (@opretelie). Apesar da estrutura pronta,  podemos inserir elementos de #bujo que ajudam a otimizar o tempo e registrar nossas vitórias! BURNING BUJO https://goo.gl/cFk7t6 ▪Diário em tópicos vale a pena?: https://goo.gl/gPhTdL ▪Planner Preteliê:  https://www.pretelie.com.br ▪O Método Bullet Journal: https://amzn.to/2CYq0qe ▪Diário em tópicos: https://amzn.to/2RE6aZv CONHEÇA O BLOG www.pretaenerd.com.br SIGA NAS REDES SOCIAIS Instagram: https://www.instagram.com/pretanerdbu… Twitter: https://twitter.com/pretaenerd FB: https://www.facebook.com/pretaenerd . 💜QUER APOIAR O CANAL? 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Na tentativa de resolver a frustração com o estado da minha vida, eu finalmente decidi ver ## Pages - [Simpósio Pretaenerd Academy](https://pretaenerd.com.br/simposio-pretaenerd-academy/): O Simpósio Pretaenerd Academy é um evento on-line síncrono realizado pelo Preta, Nerd & Burning Hell e pela comunidade Burning Heller. O Simpósio tem um contorno acadêmico com mesas temáticas com apresentação de trabalhos. O objetivo do Simpósio é a construção de um ambiente de troca de conhecimento permeado de companheirismo, paixão pela cultura pop e rigor intelectual. Apesar de ser um simpósio acadêmico, todas as pessoas da comunidade são bem-vindas a participar, independente de titulações. Afinal, o Simpósio é um ambiente de celebração do diálogo, da cultura pop e de seus “produtos culturais” como objetos legítimos de pesquisa. Assim, - [Media Kit](https://pretaenerd.com.br/media-kit/): Contato para Post Patrocinado ou Publieditorial, Resenha PatrocinadaLeitura sensível e Consultoria:contato.pretaenerd@gmail.com PARCERIAS 2018 EDITORAS MARCA MEDIA SPONSOR CAMPANHAS DE DIVULGAÇÃO DE FILMES - [POLÍTICA DE COMENTÁRIOS](https://pretaenerd.com.br/politica-de-comentarios/): O Preta, Nerd & Burning Hell é um blog sobre Nerdiandade Preta e Feminista. Isso significa que nosso conteúdo tem uma abordagem declaradamente política. Obviamente é uma abordagem feminista e interseccional e tudo bem você discordar, desde que você entenda o que isso significa. O nosso projeto não tem como objetivo converter e nem criar unanimidade, mas fortalecer o debate lúcido, dialógico e construtivo.  Lembre-se: 1. Para ter o comentário aprovado, lembre-se de se identificar e seguir a nossa Política de Comentários. 2. O Google Plus foi desabilitado como credencial de comentários. 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O blog tem como objetivo suscitar diálogo crítico a respeito dos filmes, quadrinhos, jogos e séries que tanto amamos. Através da expressão de diferentes perspectivas, Preta, Nerd e Burning Hell tem trazido à superfície questões que nos interessam porque nos - [Apoie esse projeto!](https://pretaenerd.com.br/apoie-esse-projeto/): Preta, Nerd & Burning Hell é uma iniciativa coletiva que tem como objetivo visibilizar as perspectivas plurais de mulheres Negras feministas e nerds através de análises, ensaios e todo o tipo de conteúdo que facilite e amplie a crítica ao que consumimos, às nossas práticas cotidianas e, até mesmo, à Teoria (academicismo). Nosso tipo de visão de mundo (a #nerdiandade) não é tão popular e consumível pela grande maioria, afinal, ser convencional tende a ser mais confortável, porque não implica em força contrária e desgaste. O fato de não ser consumível se torna uma barreira para os avanços que pretendemos implementar, sobretudo a pedido de - [#PretaRead](https://pretaenerd.com.br/pretaread-2/): #PretaRead é uma experiência de leitura coletiva promovida pela equipe Preta, Nerd & Burning Hell. Trata-se dum projeto permanente que ocorre sempre que a equipe define uma obra que a maioria de nós está ansiosa por ler, discutir e analisar junto às nossas leitoras. Em agosto de 2017, recebemos uma cortesia da Galera Record, o livro O Ódio Que Você semeia (Angie Thomas) e a Camila Cerdeira (outrora colaboradora do blog), promoveu o 1º #PretaRead, um evento no Facebook que reuniu leitoras e leitores do blog para ler e analisar junto esta obra tão complexa e apaixonante. O sucesso nos motivou a ler junto o - [Pretaenerd Academy](https://pretaenerd.com.br/pretaenerd-academy-2/): Pretaenerd Academy é uma inciativa da equipe Preta, Nerd & Burning Hell para democratizar o conhecimento. Ofertamos oficinas, cursos e minicursos com especialistas, na modalidade remota e com preço acessível para que cada vez mais pessoas negras possam acessar o conhecimentos teóricos e práticos que sirvam de ferramentas de emancipação individual e consequente empoderamento coletivo.  As atividades da Pretaenerd Academy consistem em: Outubro 2020: Oficina “O medo dos Outros” (Anne Quiangala) Em outubro a maioria de nós tira do armário as velhas referências de horror, desde um Drácula até um Jason. E quanto a nós, negras, negros e negres… do que - [Home](https://pretaenerd.com.br/): Feminismo Negro All Posts Feminismo Negro Interlúdio | The Acolyte focar numa vilã Negra é o (real) problema? “aos poucos, o mainstream nos lança de forma arbitrária a uma Era supostamente pós– racial. 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